sábado, 19 de fevereiro de 2011

Quem sou eu: Raposa


Olá senhorita!!!
Eu sou o raposa! Mas pode me chamar de "meu chuchuzinho".
Como toda raposa de lenda, eu tenho a astúcia acima do normal e a capacidade de poder me transformar em qualquer aparência (ou você acha que eu sou mesmo um velho gordo e bigodudo?).
Se trabalho no João Alves? Não, de forma alguma, apenas tomei a aparência de um dos diretores de lá que está de viagem para poder flertar com algumas enfermeiras e residentes.
Mas isso está me dando muito trabalho, e agora que um avião partiu no meio em Aracaju creio que vou ter muito trabalho (E Aracaju finalmente vai passar no Jornal Nacional).
Agora deixe-me ir que tenho um encontro marcado com a recepcionista da ala verde.

Capítulo 5 - Vida de coadjuvante é osso!

 E a porta se abriu. Apenas os retrovisores não passaram sendo arrancados na passagem da ambulância. 
Ao ver isso, Kiko da um sorriso e fala:
-Sem retrovisores ? Será ainda mais divertido na volta! – com um sorriso insano no rosto.
Nesse momentos TODOS se jogam da ambulância desesperados (incluindo Xatinha,que mesmo desmaiada , tenta se salver inconscientemente através de um espasmo corporal de sobrevivência).
Depois de toda essa bagunça, um senhor obeso com cara de médico tarado, e um bigode saliente a la Leoncio, e óculos escuros a la John Lennon grita:

-O que esta acontecendo no meu hospital?!
-Sou eu chefe raposa – fala Kiko acenando e sorrindo pela janela da ambulância.
-Ah certo. Essas são as pessoas que sofreram o acidente no viaduto? – indaga raposa
-Não, não, essas são as que eu atropelei no caminho de volta, so trouxe mesmo foi aquela menina desmaiada que levou um chute na cara – explica Kiko apontando para a Xatinha do passado.
-E o restante das pessoas? – pergunta raposa quase irritado dando uma olhada para a enfermeira que está passando.
-Eram so coadjuvantes, eles vão sobreviver para aparecem em outra cena, a enfermeira que o senhor esta secando era a cobradora do ônibus na cena do acidente – tranqüiliza Kiko.
-Ah tudo bem. – fala raposa, enquanto começa a fazer uma carta de amor para a enfermeira recém-conhecida - mas espere, e esses três, são coadjuvantes também?
-er... acho que sim – fala o primeiro ferido
-Eu nao. Nos próximos episódios eu vou ate ser um dos capangas do vilão da historia, e vou usar essa cena como texto de abertura, de como vocês deviam ter acabado comigo quando tiveram chance, e por ai vai, ainda to pensando nas falas – fala um rapaz magrinho e alto com cabelo dividido ao meio.
-Er... eu também – diz o terceiro ferido contrariado.
Todos se olham , enquanto Raposa continua escrevendo a carta para a enfermeira.
-Ei meu senhor, nós estamos feridos ,não dá pra ficar aqui parado esperando alguém ter boa vontade de nos atender né? – reclama o coadjuvante vilão;
-KKKKKKKKKKK!!! - ri Kiko - Meu jovem, você está no João Alves, é melhor desenvolver a paciencia enquanto está aqui – explica Kiko.
-Já sei ! – grita raposa orgulhoso de si mesmo
Todos olham ansiosos para serem logo atendidos.
-"Com amor do seu chuchuzinho" – fala raposa anotando no papel e mandando um dos maqueiros entregar a enfermeira
Todos se entreolham frustrados.
-E nós? – pergunta o coadjuvante vilão.
Pessoal da residència do Huse (o.O)
-Ah, vocês eu já sei. – fala Raposa colocando a mão no queixo e tirando um cachimbo já aceso de dentro do bolso – A tal Xatinha eh personagem principal, tem até nome, e o metido a vilão tem futuro, mas os outros são obviamente coadjuvantes.
-E daí? – pergunta Kiko
-E daí? Fora coadjuvantes!!! Nós só atendemos personagens principais!!! Com nomes!!! RUA pra vocês!!! – diz Raposa expulsando-os.
-Mas esse é um hospital público – reclama um dos feridos.
-Shut up, coadjuvante! – repreende raposa chamando a segurança que expulsa os dois.
Os enfermeiros colocam todos em macas e levam-nos a leitos para serem atendidos melhor ( ou não) pelo pessoal da Residência.

(Algum tempo depois...)

Foto de Lost? Não, é só impressão sua
Uma enorme zuada (não, não é um barulho.É uma zuada mesmo) faz o chão do hospital tremer).
-O que está acontecendo ? – pergunta o coadjuvante vilão desesperado (não tanto quanto estava na ambulância com Kiko, mas ainda assim desesperado).

-Um avião! Um avião sobrevoou Aracaju e se partiu ao meio caindo em dois locais diferentes, e desolados esquecidos por Deus (e pela prefeitura também) – diz raposa.

-Lugares esquecidos por Deus? onde? - Pergunta o coadjuvante.
-A aruana e o Santa Lúcia!!! - diz raposa.
-Meu Deus!!! O que será dessas pobres almas? – fala o coadjuvante baixando a cabeça, quase chorando.


LOST....


ops...


quer dizer...


CONTINUA!!!

domingo, 8 de agosto de 2010

Quem sou eu: Artur Asroc




O-o-oi!
Eu sou Artur, o piloto desse avião hic-hic!
Sou piloto a algum tempo, sempre gostei de viajar e de beber. Eu piloto até bem quando estou bêbado, no céu num tem poste nem blitz mesmo! Só tenho uma dificuldadezinha de nada... aterrissar.
Sério, aquelas pistas são muito finas! E a do aeroporto de Aracaju é quase do mesmo tamanho da pista de Kart da Orla.
Ah, eu sempre usei óculos a vida toda, mas para ficar menos nerd, troquei por lentes.Nada demais nisso, se as lentes não ficassem sumindo e me fazendo cometer alguns pequenos erros ao pilotar como o da foto acima. Só percebi o guri quando já estávamos decolando, ai ja viu né?

Capítulo 4 - Se beber não dirija, mas pilotar pode!



Um homem dá um mortal para trás desviando do chute de outro!
Um grupo ao redor fecha um circulo ao redor deles, todos batendo palmas e cantando.

Zum! Zum! Zum!  Capoeira mata um!
Zum! Zum! Zum! Capoeira mata um!



Um grupo cantando enquanto faz uma amostra de dança e luta, era um típico grupo de capoeira ... só que er... na INGLATERRA.
Todos no grupo parecem cansados, exaustos , menos UMA PESSOA.
Uma menina alta e magrinha quase pede para que os outros continuem lutando, mas ninguém aguenta mais.
Do nada um vórtice se abre no meio do grupo e Adam aparece nele levando um belo chute na barriga que o derruba no chão sem ar.
-Tio Adam? – fala uma voz vindo da pessoa que parecia ser a líder daquele grupo, a única que não estava cansada.
-arrrrrrrrrrrrrrrrrrrr – solta um som oco, por ter levado um chute no estomago
Alguns se aproximam e tentam ajuda-lo.
-Parem! Abram caminho! – diz Cacaia e todos saem da frente dela fazendo reverencia.
Ela se aproxima de Adam e com uma mão o levanta, e acerta dois pontos de pressão no abdomem de Adam, fazendo voltar ao normal.
-Sobrinha!- diz Adam a abraçando ela – Que frio!!!
Cacaia olha para ele todo ensopado, camisa rasgada e algas pelo corpo.
-Tio!! – como você agüenta nadar por aqui? - diz cacaia espantada com a resistência física de Adam.
-Eu não aguento! To aqui morrendo de frio . Eu vim dando “saltos” do Brasil pra ca, so que eu não salto assim tão distante, e digamos que o oceano atlântico é irritantemente extenso. – diz Adam esfregando as mãos e pulando, numa tentativa inútil de se aquecer.
-Ah tio, vamos tomar um chocolate quente! – convida Cacaia jogando-o no ombro e levando ele até uma cafeteria.
Ao chegar na cafeteria, Adam devora 5 copos de chocolate quente.
-O que faz por aqui tio? - pergunta Cacaia, mesmo sabendo que ele só ira responder quando beber tudo o que agüentar.
Depois de um tempo, Adam para de beber por que se continuasse iria estourar, e diz:
-Eu preciso da sua ajuda, pois o mundo irá acabar em 2012.


*musica de terror*

-Serio? Porque? – pergunta cacaia assustada com a musica de terror
-Sim, alienígenas tem um plano para conquistar o mundo, esse anos eles elegeram o presidente dos EUA, e já dominam a coca-cola!!! – fala Adam com gritos desesperados e fazendo mímicas para dar mais ênfase ao seu discurso(O que na verdade o faz parecer um louco).


*musiquinha de terror*

-Eu sabia que tinha algo errado com a coca-cola, não tem como todo mundo gostar disso sem que isso seja um plano de dominação mundial, ainda bem que sou imune a isso – diz cacaia feliz por ser chamada para destruir a coca-cola.
-Entao! Vamos lá? São só uns novecentos e pouco saltos até atravessar o Atlântico.- fala Adam parecendo ainda mais insano depois dessa frase


*musiquinha de terror*

-Voce saiu saltando isso tudo? - diz cacaia abismada – E pare de tocar essa musica de terror porque já estou ficando agoniada!!!
-Ok, eu paro. E não na verdade são mais saltos, eu perdi as contas quando fui atacado por uma Jubarte - fala Adam desencorajando cacaia
-Que tal nós pegarmos um avião?- fala cacaia tentando se salvar da Jubarte
-Pode ser , mas eu não tenho dinheiro. – Diz Adam mostrando os bolsos vazios.
-Eu tenho, vamos la! Devemos partir agora! – diz Cacaia se levantando
-Espere! – adverte Adam
-O que foi? – pergunta cacaia
-Deixe-me pedir mais chocolates para a viagem!
-Não era melhor você se secar? – diz cacaia seguindo a lógica
-Não , eu me jogo na turbina do avião e depois salto de lá– fala Adam não seguindo a lógica
Adam pede mais 2 chocolates e sai com cacaia.
...
Depois de algum tempo eles chegam ao aeroporto e o avião decola(depois de Adam ter se secado na turbina de outro avião e ser jogado alguns metros)
Depois de um tempo, o piloto do avião sai da cabine e começa a andar lentamente olhando pro chão.
-O que foi ? – perguta Cacaia
-Não , não, é que eu perdi minhas lentes, tomei muita caxaça hoje de manhã e sem as lentes não consigo enxergar quase nada, mal tirei esse treco de avião do chão – diz o piloto. Cacaia consegue ver seu nome de cabeça para baixo num crachá., ele se chama Artur.
-Como é doido? – grita Adam visivelmente nervoso.
-Nada não relaxe, deixe eu ligar aqui o celular e ligar pro co-piloto para saber se ele sabe onde eu coloquei – diz Artur
-Não use celular aqui dentro! Porque raios você não vai pra cabine perguntar? – Diz Adam desesperado
-Não , ele tava bebendo comigo hoje só que não aguentou e desmaiou, aí eu deixei ele por lá mesmo e vim pilotar sozinho. – diz Artur calmamente – quando a gente chegar na Austrália eu ligo pra ele então!
-Mas nós estamos indo para o Brasil!!! – diz cacaia
Nesse instante todos sentem uma baque no avião.
-Pelos deuses! Alguém chame o capitão! – Grita Artur se jogando no colo de uma galega
-Voce e o capitão homem! – Diz Adam pegando Artur pelo colarinho.
-Ah tah! Então foi só uma turbulência pessoal, não tem com o que se preocupar. – conclui Artur
...